O Zen Vale dos Sinos tem como missão difundir os ensinamentos de Buda Shakiamuni em benefício de todos os seres.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

KAIGEN-SHIKI - Cerimônia de Abertura do Olho do Buda

Também entendida como cerimônia para "colocar a essência de Buda na imagem". É a benção que transforma a escultura em um Buda vivo, presente, abençoando toda a natureza e todos os seres.
Na cerimônia, o monge oficiante, usando um longo pincel, desenha em direção ao Buda três círculos em sentido horário com os dizeres "os três mundos são apenas a mente" e três círculos no sentido anti-horário dizendo " Namu Xaquiamuni Buda" Honra Suprema ao Buda Xaquiamuni - Buda histórico, que viveu na Índia há mais de 2.500 anos. Durante a celebração são entoados Sutras (ensinamentos de Buda em forma de versos). O monge também desenha um caractere chinês que significa "coração-mente-essência" e faz um gesto para que essa essência de Buda permaneça na imagem. A partir daí, ela se torna uma imagem sagrada e as pessoas devem colocar em mãos palma com palma ao passar por ela, bem como fazer uma reverência como se estivessem em frente do próprio Xaquiamuni Buda.

Esta cerimônia foi oficiada por Kuroda Roshi, Abade do Templo Kirigayaji, de Tóqui -Japão. Também estiveram presentes Coen Roshi, Abadessa do Templo Tenzuizenji e Orientadora Espiritual do Viazen e primaz fundadora da comunidade Zendo Brasil - São Paulo.
Esta escultura do Grande Buda fica localizada no interior de Viamão, na Vila Zen - centro de prática sob a coordenação  de Monge Dengaku Sensei e monja Shoden.
Presença também de monges e monjas representantes de comunidades budistas de  todo o Brasil.






segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

ZAZENKAI VILA ZEN

Um dia de retiro na Vila Zen - 29 de novembro de 2014

“ Tanto no cristianismo quanto no budismo, o objetivo da meditação é chegar à pureza do coração e de espírito, que fazem de todo homem o receptáculo ou o espelho sem mancha de pura luz. A acolhida desta luz,  a irradiação e presença do Ser incriado introduz o homem num estado de paz que não depende de circunstâncias(santidade, humores, ambiente, etc), quer dizer, um estado de paz não psíquico, mas espiritual, ontológico. Busca e acolhimento de um silêncio e de uma paz que não são deste mundo e que, no entanto, podem ser não somente pressentidos, mas vividos neste espaço-tempo...”
Jean-Ives Leloup