O Zen Vale dos Sinos é uma comunidade zen-budista, da Ordem Soto do Japão. É coordenado pela Monja Kokai , discípula transmitida de Monja Coen Roshi. Além da programação regular que inclui zazen(meditação zen), liturgia, retiros de um ou mais dias, a comunidade, através de sua professora, está autorizada a realizar casamentos, bençãos e funerais.
sábado, 17 de dezembro de 2011
AVISO
Comunicamos que estaremos em recesso de 18 de dezembro de 2011 até dia 12 de janeiro de 2012.
Retomamos a prática regular a partir do 13 de janeiro, com uma cerimônia de Kuyô - dedicando os méritos às pessoas falecidas, doentes, em dificuldades e sofrimento.
Desejando a todos e todas um Natal pleno de sentido e boas entradas no Ano Novo que se aproxima.
Gasshô
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
08 de DEZEMBRO - DIA DA ILUMINAÇÃO DE BUDA

Sidarta sentou-se em zazen sob a árvore Bodi e fez o voto de não se levantar enquanto não houvesse respondido suas questões à respeito da morte e do sofrimento. Sentado permaneceu durante 7 dias e 7 noites, eliminando pela raiz cada ilusão que se manifestava.
sábado, 29 de outubro de 2011
OFICINA DE INTRODUÇÃO AO ZEN-BUDISMO
Zen Vale dos Sinos convida:
OFICINA DE INTRODUÇÃO AO ZEN-BUDISMO
Quando: DOMINGO - 30 de outubro
Horário: 17h
Onde : Rua São Pedro, 1124 - alto, São Leopoldo.
Esta oficina será ministrada por Monja Kokai, que estará falando sobre o Budismo fundante e o Zen-Budismo, ensinará a meditar e ficará disponível para perguntas. A oficina tem 1 hora e meia de duração e solicitamos uma contribuição de R$ 10,00.
Mais informações através do 9133-8990
terça-feira, 11 de outubro de 2011

sábado, 1 de outubro de 2011
ENSINAMENTOS DE S.S. o DALAI LAMA

A convivência nasce do diálogo que celebra nossas diferenças".
S.S. o Dalai Lama
Trasncrição de Juliana Ortega
São Paulo, 17 de setembro de 2011.
"Eu me dirijo a vocês como um ser humano. E vejo que vocês também são seres humanos. Então, entre nós não existe nenhuma diferença, nem mentalmente, nem emocionalmente, nem fisicamente. E, mais importante, todos nós devemos ter uma vida plena, e todos nós temos o direito de alcançar a felicidade que almejamos.
Certamente, em um nível secundário, existem diferenças entre nós. Eu, por exemplo, nasci na Ásia, nasci no Tibet, eu sou budista. Mas no nível fundamental não existe diferença entre nós, somos todos iguais. E é nesse nível fundamental que nossa comunicação deve acontecer.
Na realidade de hoje, é chegado o tempo em que é possível desenvolver um conceito de Nós. Toda a comunidade integra um ente único, que somos Nós. No passado havia um sentimento de Nós aqui de um lado e do Outro apartado de Nós. Mas no mundo moderno, por causa da economia global, por causa das questões ecológicas, do crescimento populacional, o interesse de um país é totalmente ligado ao interesse dos demais países. O interesse de um continente está ligado aos interesses dos demais continentes. Então hoje nós temos relações de um país para com todos os demais, de um continente com todos os demais. Essa é a realidade de hoje. E a sociedade não pode se desenvolver sem recursos que vem de outros continentes. Essa interdependência, ou seja, essa unicidade da humanidade deve ser compreendida para um futuro saudável.
No passado, nós dávamos muita ênfase a esse conceito de Nós de um lado e Eles do outro. Em consequência disso, muitos problemas desnecessários acabam aparecendo. As diferenças de nacionalidade, crença religiosa, classe social, nível educacional são secundárias e acabam criando discriminação e infelicidade. Apesar dessas diferenças, somos todos iguais à medida que somos seres humanos e vivemos no mesmo planeta.
No século XX, certamente assistimos o desenvolvimento de um inter-relacionamento entre nós, porém o século XX também veio a ser conhecido como um século de violência e derramamento de sangue. Alguns historiadores afirmam que mais de 200 milhões de pessoas morreram por causa da guerra e da violência, em guerras civis, inclusive com o uso de armas nucleares. E você poderia pensar que se apesar essa tremenda violência o mundo passou a ser mais pacífico, então poderíamos pensar em alguma justificativa para esse tipo de conduta. Mas esse não é o caso.
Muitos dos problemas que temos no início deste século são conseqüências de erros cometidos no século passado. Nesse século XXI nós precisamos ponderar, refletir sobre como podemos conduzir de um modo diferente. Quando os problemas aparecem e há a possibilidade de um conflito surgir, precisamos descobrir como resolvê-los por meio de conversações, de um diálogo. Precisamos construir o século XXI como o século da paz. E para que isso aconteça é importante utilizar do conceito do diálogo. É importante enxergarmos que o uso da violência não constitui um método realista de solução de problemas. No passado, os interesses de cada país eram autônomos, então cada país tinha interesses separados dos de outros países. Se eu travo uma guerra com outro país, a derrota do inimigo significa a minha vitória. Mas na realidade de hoje, com essa grande interdependência entre nações e povos, não é mais realista pensar em termos de destruição do vizinho, já que destruí-lo representa também sua própria destruição.
Se olharmos para a guerra do Iraque e Afeganistão, poderemos ver que a ação dos americanos teve origem correta, mas o método utilizado foi equivocado. E quando você usa a violência, muitos resultados equivocados e indesejados aparecem. É muito melhor utilizar o diálogo. Dentro dessa vertente, precisamos fazer do mundo moderno um mundo desmilitarizado, onde não haja armamentos. Então essa afirmação deve fazer parte do nosso sonho de ter um dia um mundo completamente livre de armas. E isso é uma coisa que pode ser alcançada passo a passo. Agora nós vemos que vários países tem agido no sentido de reduzir seu arsenal de armas, o que já é um bom começo. Mas enquanto estivermos diante desse esforço, temos uma tarefa a cumprir. Enquanto se avança no desarmamento externo, é preciso que se crie um desarmamento interno. A raiva, o ódio, o medo, a inveja, a ganância, essas são as causas primeiras da violência. É importante que prestemos mais atenção ao nosso nível interno de emoções. É a partir da nossa capacidade de lidar com essas emoções internas negativas que um dia o desarmamento externo poderá acontecer.
Eu vejo que existem muitas pessoas jovens na platéia e com vocês eu gostaria de dividir alguns pensamentos meus. Eu tenho hoje 76 anos de idade e pertenço à geração do século passado. Mas vocês que tem menos de 30, pertencem à geração do século XXI. A minha geração está se preparando para a despedida, está chegando nossa hora de ir embora. Mas vocês que são a geração do século atual precisam ter responsabilidade. Cabe a vocês visualizar como um mundo pacífico e compassivo pode ser criado. É importante que vocês tenham uma visão e disposição para trabalhar esse mundo pacífico. Para que isso possa acontecer, duas coisas são necessárias: primeiro é a visão, como já falei, e para isso não basta olhar apenas para o que está à sua volta. É preciso ter uma perspectiva ampla que abarque o mundo todo, uma perspectiva global. A segunda coisa é a educação. A educação é um instrumento que pode ser utilizado de forma positiva ou negativa. E isso depende inteiramente da motivação de cada pessoa. Por isso é muito importante que vocês prestem atenção para a qualidade do seu coração, que vocês cultivem o calor no coração. Primeiro para seu benefício próprio. Um coração cálido no peito certamente te dará uma vida com mais sentido. Essa qualidade garante um sentimento de autoconfiança e reduz o medo, permitindo que haja paz interior.
Agora eu quero falar como essas qualidades do coração podem ser cultivadas e desenvolvidas. Eu costumo dizer que existem três caminhos para isso. O primeiro é o caminho proposto pelas religiões teístas, que propõem o conceito de um Deus criador. Essas religiões oferecem um instrumento extremamente poderoso para lidarmos com o nosso egoísmo, com a nossa arrogância e contribuem definitivamente para uma visão menos egoísta. Deus pode ser entendido como uma compaixão infinita, como Amor, e então uma pessoa que se submete totalmente ao seu Deus e O segue de maneira sincera possui um instrumento muito poderoso para cultivar as qualidades do coração.
O segundo caminho é proposto pelas religiões não teístas, como o Jainismo, o Budismo e o segmento antigo do Hinduísmo. Elas não propõem a existência de um criador. Essas três grandes tradições religiosas vão falar da lei da causalidade. Ela diz que se você pratica bons atos e propicia a felicidade de seu semelhante, isso redunda em seu benefício. Por outro lado, se a sua atitude é de ferir os outros, causar sofrimento e restrição ao outro, então isso leva a conseqüências negativas para você próprio. Então, compreendendo isso, você deve ter como hábito isentar-se de prejudicar o seu semelhante. E, se possível, mais do que isso, você também deve servir o seu semelhante. Então, inicia-se um ciclo de paz que fortalece valores internos.
No planeta nós somos 7 milhões de seres humanos, e uma grande parcela da humanidade não tem um interesse sério em uma crença religiosa. Por curiosidade pessoal, das pessoas que estão aqui, quantas pessoas não tem engajamento sério com uma crença religiosa? (Muitas pessoas levantam a mão e o Dalai Lama ri). Então, é realidade.
ós vemos muitas pessoas nos diversos países que não se interessam por um caminho religioso. O que não podemos negar é que os não crentes também fazem parte da comunidade. E para eles a alegria e a paz interior também são importantes. Para eles também é necessário cultivar valores internos. O problema é que as pessoas que não se interessam por religião não se dão o trabalho de aprender a desenvolver e cultivar valores como a compaixão, o amor, o perdão. Elas pensam que essas são coisas que pertencem ao mundo da religião. Mas essa perspectiva é equivocada. Os valores internos formam a base de uma vida feliz. Então, se uma pessoa busca a felicidade, ela não pode negligenciar esses valores internos. É claro que as religiões vão promover e cultivar esses valores, mas é necessário também que pessoas que não tem interesse explícito por religião possam desenvolvê-los. Dentro desse contexto, acredito que é preciso existir também uma terceira via em que os valores internos possam ser também cultivados sem necessariamente passar por uma religião, seja ela teísta ou não teísta.
Eu gostaria de falar para vocês um pouco sobre a história da Índia. Se voltarmos 3000 anos no tempo, encontraremos uma Índia que ainda não existia como país unificado, mas como uma infinidade de pequenos reinos, cada um com sua concepção religiosa. Essa diversidade de religiões sempre existiu na Índia. Além das religiões autóctones, muitas convicções religiosas do mundo migraram para a Índia e lá se estabeleceram de forma pacífica, de forma que hoje nós temos todas as tradições religiosas. E na história da Índia havia uma tradição religiosa que era absolutamente agnóstica, e ela simplesmente dizia que a única coisa com que deveríamos nos preocupar era essa vida e as coisas que aconteciam nessa vida. Não seria preciso se preocupar com coisas como Deus e religiosidade. Essa escola niilista era muitas vezes criticada pelos filósofos e até condenada, mas apenas do ponto de vista filosófico. Mas a pessoa que era seguidora do ponto de vista niilista era respeitada. É preciso que isso seja replicado nos tempos modernos. Devido ao pluralismo religioso, foi desenvolvido na Índia o secularismo e, nessa perspectiva secular as tradições religiosas não são desrespeitadas. Ao contrário, são respeitadas todas as pessoas, pertencentes a todos os credos, e também os não crentes. Desse modo, podemos falar que existe também uma maneira de promover valores internos a partir da perspectiva do secularismo.
Outro ponto que é importante ressaltar é que o secularismo relaciona-se com a noção de que a disseminação dos valores internos em um nível universal deve ser feita por meio da educação. Uma religião, por mais benéfica e maravilhosa que possa ser, jamais conseguirá ser universal. Daí surge a importância do secularismo, que permite a integração dos valores internos e o cultivo desses valores em um sistema educacional sem que precisem estar atrelados a uma religião. Já existem grupos de pesquisadores em vários países que estão voltados ao estudo de como introduzir valores morais e éticos na educação com base na perspectiva secularista. A partir dessa perspectiva, três conceitos fundamentam a noção dos valores internos: a experiência comum, bom senso e as descobertas da ciência.
O desenvolvimento de uma ética secular é extremamente necessário à humanidade. Nós vemos aqui em São Paulo um número cada vez maior de prédios e prédios cada vez mais altos. Mas ao mesmo tempo, na perspectiva de valores internos, pode ser visto um declínio, o que mostra um contraste. É aí que vemos corrupção, injustiças sociais e esses acontecimentos demonstram uma falta de valores morais, uma falta de fortalecimento de tradições éticas. E também existem no nível de relações internacionais, os países mais poderosos que tem uma cultura autoritária sobre os mais frágeis.
Uma pergunta que faço a vocês: aqui no Brasil, qual é o tamanho da distância entre ricos e pobres? Vocês estão felizes com esse hiato? Outra questão muito importante é a corrupção. Ela entrou pelo mundo todo, oriente e ocidente. Como é aqui no Brasil, ela existe? É pequena ou grande? Se olharmos para a situação da Índia, veremos que é hoje um pais extremamente democrático. A democracia se instalou firmemente na Índia. O poder judiciário é completamente independente e há total liberdade de imprensa. Diferentemente do que ocorre na China. Na Índia o governo é eleito pelo povo. Os governantes são responsáveis perante a população. Comparado com regimes totalitários a democracia é muito melhor, mas ainda assim existe a corrupção.
Então, é necessário, por meio da educação, criar um sentido de esponsabilidade e preocupação com o outro, um sentido de que formamos uma comunidade e temos responsabilidade perante essa comunidade. E isso faz aparecer um sentimento de igualdade entre os seres. É importante registrar que para desenvolver esse tipo de valor é necessária uma visão de longo prazo, e é necessário reproduzi-la no sistema educacional, começando desde a infância e chegando até a universidade. Os valores internos fazem parte de uma vida feliz e são fundamentais para que uma pessoa seja feliz, par que uma família seja feliz, para que um país seja feliz e para que um planeta seja feliz."
sábado, 17 de setembro de 2011
MENSAGEM DO EXMO. SUPERIOR DA SHOTOSHU - SHINZAN EGAWA

quinta-feira, 15 de setembro de 2011
VINDA DE SENSEI COEN PARA A INAUGURAÇÃO DO TOSU E LANÇAMENTO DA PEDRA FUNDAMENTAL PARA A CONSTRUÇÃO DO ZENDÔ - VILA ZEN - VIAMÃO - 09 E 10 DE SETEMBRO
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
SHUSSO HOSSENSHIKI - CERIMÔNIA COMBATE DO DARMA DE MONGE DENGAKU
domingo, 14 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Agradecemos a todos que participaram, em especial a Fernando Goten que nos enriqueceu com seus conhecimentos em educação ambiental.
domingo, 24 de julho de 2011
ALTERAÇÃO NA PROGRAMAÇÃO- NOVOS HORÁRIOS
HORÁRIOS DE ZAZEN(meditação sentada) e demais práticas.
TCHOKA-Cerimônia da manhã: 8h
Cerimônia dedicada às pessoas falecidas, doentes ou em sofrimento. Caso deseje dedicar a cerimônia para alguém, envie os nomes para nosso email, especificando se a pessoa é viva ou falecida.
DOMINGO: 19h
ESTUDO :19h30
Contribuição: R$ 10,00
AGENDAMENTO PELO 9133-8990
Conversando com a monja: Aos domingos, às 16h30. Agendamento através do 9133-8990
sábado, 23 de julho de 2011
AGENDE-SE
VINDA DE COEN SENSEI AO VIA ZEN DE 08 A 11 DE SETEMBRO.
- 08/09, 5ªf, palestra do Darma
- 09/09, 6ªf, iremos para a Vila Zen.
- 10/09, Sábado, será um dia de festa. Pela manhã teremos a benção do primeiro prédio do nosso Centro Zen (chamado Tôsu ou Templo dos sanitários). Logo após teremos a benção da pedra fundamental do prédio do Zendô, obra que se inicia a partir da visita da Sensei. A programação da tarde e demais detalhes avisaremos mais perto da data.
08 a 10 de setembro a Sensei estará no Via Zen e Vila Zen.
É muito importante que a Sanga esteja presente em peso. É um momento histórico para nossa comunidade e contamos com a presença de todos.
Alguns praticantes do RJ, Minas e SP já confimaram presença e virão junto com a Sensei. Todos querem estar conosco nessa data, nos apoiando como uma única Sanga, certos de que o Centro de prática será para todos.
Participe!!
Gasshô,
Shoden.
sábado, 16 de julho de 2011
RETIRO DE TREINAMENTO EM SÃO PAULO.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
COMUNICADO
CAMPANHA DO AGASALHO

ESTAMOS ARRECADANDO ROUPAS, MEIAS E CALÇADOS FECHADOS PARA AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DO COLÉGIO SANTA MARTA, NO BAIRRO ARROIO DA MANTEIGA.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
PALAVRAS DO DARMA

Buda recomendava que analisassem e refletissem sobre seus ensinamentos, antes de os aceitar.
Ele não queria que as pessoas concordassem cegamente, mas que verificassem em si mesmos se
o ensinamento era correto ou não: porque se achar que não é correto, descarte, jogue fora”.
Embora Buda sempre falasse o Darma Verdadeiro, a compreensão das pessoas variava. Não que uma pessoa seja melhor do que outra. Nossas habilidades são, definitivamente, únicas.
Somos semelhantes e ao mesmo tempo, diferentes. Em determinados momentos,
devido a causas e condições, nossa capacidade de absorção, de compreensão, varia.
Cada um, cada uma de nós, neste instante, é a manifestação do Darma Correto.
Entretanto, se não houver prática, reflexão, treinamento, não haverá realização.
Realização é tornar real. É a ação real, verdadeira, onde se manifestam todas as
experiências do passado e todas as possibilidades do futuro.
Monja Coen
sexta-feira, 17 de junho de 2011

Trecho da carta da filha de Joko Beck Roshi (1916 - 2011):
Nossa mãe, Joko, morreu pacificamente em 07:30 desta quarta-feira 15 de junho de 2011.
Isso é tudo por agora. Por agora, por favor, pense em algum ensinamento transmitido por ela que possa ter lhe ajudado a transformar em alguns aspectos da sua vida.
Gratidão a todos e obrigado por suas orações por uma passagem pacífica para a pessoamais incrível que eu já conheci.
A última frase que ela disse foi: “Isto também é maravilhoso.”
Gassho, Brenda Chiko.
quarta-feira, 15 de junho de 2011

ZEN VALE DOS SINOS informa novo horário de zazen(meditação sentada)
sábado, 14 de maio de 2011

JANTAR EM HOMENAGEM A MESTRE DAIGYO MORIYAMA
Singela homenagem a este querido mestre com renda revertida às vítimas do tsunami no Japão, assim como uma doação para a compra do sino do Templo Busshinji.
Nesse dia haverá o lançamento em primeira mão de um vídeo do Mestre Moryama, quando de sua última viagem ao Brasil. Aguardem!
quarta-feira, 11 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
ANIVERSÁRIO DE DOIS ANOS DE ORDENAÇÃO
domingo, 24 de abril de 2011
ENTREGA DE NINHOS
sábado, 23 de abril de 2011
Por muitos anos de sonhos,
deixei o mundo.
Onde encontrar o elixir da imortalidade?
Num mundo confuso e decadente,
Sorrindo, deixo os sutras de lado
E repouso em retiro.
O dragão voltou para o mar,
O tigre foi para as montanhas.
Os ventos do outono empilham
Levas de folhas caídas.
Eu as varro por mil vezes,
Mas persistem em cair...
Súbito sorrio e me sento confortado:
Que caiam e se tornem cinza por si mesmas!
Mestre Chan Budista Nan Huai Chin
quinta-feira, 21 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
OFICINA DO NINHO
sábado, 9 de abril de 2011

sexta-feira, 8 de abril de 2011
08 DE ABRIL DE 2635 - NASCE O MENINO BUDA

HANAMATSURI
Significa a Festa das Flores, nome dado a festa que celebrada o dia no nascimento de Sidarta Gautama, o Buda, que significa "o iluminado" ou "aquele que despertou". É uma data muito importante no calendário budista e muito celebrada no Japão e em toda a comunidade budista. Corresponde ao que é o Natal no calendário cristão.
Eis um pouco de história e mitologia acerca desse ser iluminado.
O Buda que fundou a religião budista chama-se Shakyamuni. Shakya é o nome da família real no seio da qual ele nasceu e a palavra muni significa “o capaz”.
Buda Shakyamuni nasceu em 635 a.C., em Lumbini, que na época fazia parte da Índia, mas hoje pertence ao Nepal.
Sua mãe foi a rainha Mayadevi e seu pai, o rei Shudodana.
Certa noite, a rainha sonhou que um elefante branco descia do paraíso e ingressava em seu útero. Esse ingresso foi um presságio de que concebera um ser puro e poderoso e a descida do elefante do paraíso, um indício de que seu filho vinha do céu de Tushita, a Terra Pura de Buda Maitreya.
Mais tarde, quando a rainha deu à luz, em vez de sentir dor, ela teve uma visão muito especial e pura. Viu-se apoiada numa árvore, segurando um de seus ramos com a mão direita, enquanto os deuses Brahma e Indra tiravam de seu flanco, sem dor, uma criança. Os deuses, então, reverenciavam a criança, oferecendo-lhe abluções rituais.
Quando viu o filho, o rei sentiu que todos os seus desejos haviam sido satisfeitos e chamou o pequeno príncipe de Sidarta. Sua majestade convidou um brâmane vidente para fazer predições sobre o futuro do príncipe. O vidente examinou a criança com sua clarividência e disse ao rei: “Há sinais de que o menino pode se tornar ou um rei chakravatin, líder do mundo inteiro, ou um Buda plenamente iluminado. Entretanto, posto que a era dos reis chakravatin já passou, é certo que ele se tornará um Buda e sua influência benéfica se espalhará pelos mil milhões de mundos, como os raios de um sol.”